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Agrishow

Como quase todo mundo sabe, eu fui produtora de eventos por 9 anos em minha vida e, nesses anos, atuei principalmente nos setores de agronegócio e logística.

Acontece que desde o diagnóstico da EM eu só tenho atuado como redatora e, as vezes, em eventos com o receptivo ou nos bastidores, mas nunca voltei a atuar como produtora, por questões físicas mesmo, pois produzir um evento é muito desgastante.

Outras oportunidades de voltar a atuar com produção já haviam surgido, mas confesso que nenhuma me chamou verdadeiramente a atenção, nenhuma me inspirou ou motivou a provar e desafiar meus novos limites. Até surgir essa oportunidade.

Eu fui para a AGRISHOW em uma equipe de 12 mulheres, para cuidar de dois, dos maiores stands da feira. O stand que eu e outras 5 mulheres estávamos responsáveis, era de uma empresa de maquinário agrícola, que tinha 1.100m² de construção e mais de 4.500m² de mostruário de maquinários.

A proposta era cuidar da montagem, do evento, da desmontagem e produzir todos os relatórios do evento. Tenso, complicado, mas não fora de tudo que já havia feito tantas vezes antes em minha vida profissional, com o diferencial de que agora eu sou e sei que sou, portadora de EM.

Mas Ana, o que te levou a aceitar esse desafio?

Primeiramente, a oportunidade de fazer mais uma vez algo que eu gostava tanto de fazer. Outro fator importante na minha decisão, foi provar pra mim mesma que eu sou sim, capaz de fazer tudo aquilo que eu quiser e por último, mas não menos importante, foi pra me provar que eu e só eu, conheço os meus limites e sei respeitá-los.

Pois bem, eu fui, aguentei muito bem a montagem e todos os tantos percalços, estava indo bem no decorrer da feira até que, senti meu corpo gritar e percebi que era hora de parar. Sabe aqueles avisos que o corpo manda, de que é hora de sossegar e dar tempo a ele? Eu o entendi, respeitei e parei.

Claro, ultrapassei boa parte dos limites que a doença me impôs e criei novas fronteiras para minha vida, a Fênix que vive em mim apareceu mais uma vez e hoje, sei que sou ainda mais forte e posso voar bem mais alto.

Mais uma vez, gratidão a todos pela oportunidade e a toda a espiritualidade por mais esse aprendizado sobre mim, meus limites e minha caminhada.

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