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Exemplos deveriam ser bons professores...

Não sou e nem tenho o interesse de ser nenhum exemplo para ninguém. Também sou humana, cheia de falhas e acho que estamos todos aqui na Terra para aprender, mas todos nós temos muito o que aprender e alguma coisa para ensinar.

Não tenho a pretensão de ensinar nada com meus atos ou palavras, mas gostaria de poder ensinar com o que acontece comigo. Minha doença é uma grande aliada para isso.

Fadiga – Minha doença me causa muita fadiga. De um tanto, que há alguns anos atrás, eu nem poderia acreditar realmente existir. Muitas vezes eu não tenho condições de fazer aquilo que pretendia, simplesmente por não ter ânimo, não ter vitalidade para tal.

Por mais que a mente queira, o corpo padece a ponto de não conseguir obedecer aquilo que a mente diz que eu deveria realizar.

Esse e muitos outros textos que já deveriam estar aqui que o digam...

Entendeu a lição? Se você quer realizar algo e está deixando de fazer por preguiça, procrastinação ou falta de coragem, pare um minuto para perceber o quão abençoado e realizado você é por ter essas possibilidades de realização e realize!

Dores – Eu fiz ballet quando criança, sempre tive uma postura e alimentação impecável, mas por conta de doença, tenho lesões em 2 vértebras que muitas vezes me impedem de realizar o que me proponho.

Meus traços deixam de ser firmes e eu não consigo desenhar normalmente. Não estou conseguindo treinar para tatuar como gostaria por causa disso. Já adiei a previsão da minha primeira tattoo, que seria agora em novembro, para fevereiro, simplesmente por não estar conseguindo firmar minhas mãos como estava treinando, por dor.

Por dor também, deixo de fazer muitos passeios, caminhadas e atividades que me propus a fazer. O que causa uma imensa chateação.

Eu não sou incapaz de absolutamente nada e nada me machuca mais do que pessoas me verem assim, mas em alguns momentos, me sinto. Pela impossibilidade de fazer algo como ou quando gostaria.

Tem momentos em que a dor dá uma trégua, passei alguns meses conseguindo me ver livre dela, mas nos últimos, até para ficar em pé o suficiente para uma volta no shopping, supermercado ou reunião de amigos eu só consigo se for com um tensor ortopédico e bem devagar. Já cheguei até a precisar daqueles carrinhos automáticos.

E você aí, dormindo, sentando, andando sem dar a mínima atenção para a sua coluna. Saiba que o problema maior não são as dores terríveis que ela pode causar com o passar do tempo, mas ela, no comando do seu corpo, pode acarretar também diversas dificuldades motoras, de equilíbrio e no seu caminhar...

Ficou sério, né?

Só depende de você...

Se cuidar custa atenção, custa cuidado, custa vontade, custa querer, mas de coração, isso não é absolutamente nada perto do que não cuidar dela pode custar.

Gratidão pela atenção, espero que eu possa te ajudar a não plantar, logo colher, espinhos em sua caminhada.

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